Na mosca #5: a rodada da redenção

Em uma 4ª rodada de fracasso para os cartoleiros, quaisquer 60 pontos são mitada. Assim, para a próxima rodada, só resta o clima de recuperação e a busca pelo sucesso.


Mitei, mas não como queria. Valorizei, mas não como o desejado. Sucesso não seria a palavra mais correta, e sim, sorte. Fiz aqueles 60 pontos de lei, ou, para ser mais exato, 69.72. Típico resultado que não nos entristece e nem traz a maior felicidade do mundo, porém, vendo todo o fracasso que foi essa última rodada para quase todos os cartoleiros, não me sinto desapontado. Sinto, na verdade, alegria com o desfecho que tive. Confesso ainda que bati no peito com orgulho por não ter "caído" junto com os adversários e, principalmente, por ter tido apostas como Éverton, do Grêmio, dando muito certo.

Modéstia a parte, foi uma rodada difícil e que rendeu resultados negativos a grande parte da nação cartoleira, mas a próxima promete grandes chances de recuperação, portanto, "laissez faire, laissez aller, laissez passer", que no bom e velho português brasileiro dá no mesmo que "vida que segue". Dessa forma, declaro aberta a escalação da rodada 5 da Na Mosca.

Como o habitual, meu esquema tático será 4-3-3, tão popular no início da década de 70 sendo muito bem representada pela seleção holandesa na copa de 74. Dando início ao time, começo pela linha defensiva. Nessa rodada, o gol será guardado pelo tricolor Júlio César (FLU), um ótimo goleiro e que está custando apenas C$1.57, portanto, se você gosta de arriscar, ele pode ser uma baita opção.

Dos lados do campo, o craque Léo Moura (GRE), grande responsável pela brilhante atuação do Grêmio contra o Santos na última rodada. Junto a ele, escolho o líder de passes certos e desarmes do rubro negro carioca, Renê (FLA). Por fim, fecho a defesa com dois xerifões: Henrique (COR), zagueiro com boa presença de área, já tendo marcado 1 gol pelo coringão nesse campeonato brasileiro, e David Braz (SAN) que joga na Vila contra o, até então, fraco time do Paraná. 

No meio, três boas e consideravelmente caras opções: o capitão do meu time, Zé Rafael (BAH), o Hazard brasileiro que tem apanhado e muito nesse campeonato, tendo sofrido 17 faltas em 4 rodadas; Thiago Neves (CRU), o maestro do time celeste, ainda na procura pelo seu primeiro gol no brasileirão esse ano e, por último, mas não menos importante, o meu "homem de confiança", Lucas Paquetá (FLA) - demonstro aqui minha admiração por esse jovem e grande jogador.

Trazendo toda a ofensividade para fechar o meu time, convoco três garotos, mais uma vez. O campeão olímpico, Luan (GRE)... alô Tite! - não preciso dizer mais nada, né. A promessa, Rodrygo (SAN) que com apenas 17 anos já mostra todo o seu potencial no futebol, e por fim, uma das surpresas do campeonato até então: o questionadíssimo, mas em grande fase, Róger Guedes (CAM).

No comando desse timaço, tenho o polêmico Guto Ferreira (BAH), pois acredito na boa fase do tricolor baiano e espero uma grande vitória em casa contra o desacreditado time do São Paulo.



Na mosca #5: a rodada da redenção Na mosca #5: a rodada da redenção Reviewed by Gabriel Duarte on 5/10/2018 04:47:00 PM Rating: 5